Mostrar mensagens com a etiqueta meet the players. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta meet the players. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Meet the Players - Filho do Tobé, Chico Faizão, Indignado Faizão ou “ o 4º Chico”



Se há gajo Técnico é o Filho do Tobé! Antes de nascer já 50% do seu “pool” genético jogava no Técnico, num momento em que as Olaias e Chelas estavam mais pobres sem nos conhecer e também o Complexo Desportivo Mabeco não passava de uma fantasia de insónias férteis de alguns fundadores.

Curiosamente é hoje treinador da equipa que o viu chegar ao clube - Os U-10 -, prova cabal da veracidade do cliché “ A terra é redonda” que nos dá esperança que o Sr. Rogério tenha ainda de lidar no futuro com gajos que escondem bolas, guardam camisolas e calções em armários “fantasma” e fazem má cara quando alguém pisa a relva duas vezes no mesmo sítio.

Ainda houve tentativas de o desviar para o Tennis mas cedo percebeu que a Oval era mais apropriada, isto apesar de ainda hoje dar abadas a outro mabeco que pensa que sabe jogar: O António Nina!



Com irmãos que evoluem/evoluíram também no Clube em idade fértil, todos estamos ansiosos pelo aparecimento de uma nova geração que perpetue o valor desportivo da família, fazendo figas para que o Chico contribua activamente para este desígnio, sendo muitos aqueles que temem que eventuais problemas lombares conflituem com a materialização deste imperativo colectivo.

O epiteto de “Indignado” decorre da sua atitude de permanente insatisfação com tudo e todos, mas inclusivamente com ele próprio, como um cão a tentar morder a cauda (sim , depois de ter comido um Epá!). Quem não se lembra de permanentes esquecimentos em Sevilha, conotados com desorganização mas também com uma redutora falta de ambição e baixa expectativa. Era ele o mais indignado, porque nós riamos num sentimento misto de comiseração e empatia.

A sua indignação permanente e o seu metro e sessenta fez com que nascesse a óbvia analogia com um dos anões da Branca de Neve. Falamos obviamente do Zangado!



Certeza é que é um jogador com coluna vertebral (muito importante nos nossos tempos!) pese embora sofra por isso mesmo. Acreditamos piamente que este padecimento estará relacionado com o excessivo convívio em âmbito profissional, com um pretenso terapeuta estagiário madeirense, com pelos e patas de urso, com predilecção especial pelo desbloqueamento da sacro-ilíaca e pregos em bolo do caco.

DJ com talento natural, anima musicalmente eventos e festividades mabecas.

No campo musical revela um ecletismo assinalável fruto de uma paixão de infância por música pimba...



...mas que hoje evoluíu para uma esfera mais ROOTS-REGGAE, com remixes DUB...



Apaixonado pelo mar, também se dedica ao Surf, mentindo ostensivamente aos pais dizendo que vai para as aulas, quando na realidade vai sacar umas ondas para a Costa. Há quem diga que foi para a FCT em vez do IST por isso mesmo, para estar mais próximo do mar. Existem rumores que já terá arranjado Part-Times na Costa com o duplo intuito de ganhar uns trocos e sacar no areal da Caparica...



Não tem convivido com a equipa no campo como na noite, como pretendido por todos, com efeitos adversos na produção da equipa. Estamos certos que com o Chico a treinar, tínhamos um Ralé com pilhas no despertador e telemóvel com alarme programado, mais rápido e com melhor feitio, mas adiante...

Com 1,60m de puro aço e a alma de um mabeco que antes de nascer já o era, espalha magia dentro e fora do campo. Todos ansiamos para que o terapeuta Absolut Ruben recupere o jogador e o Homem, para que o segundo conduza o primeiro a um relvado saudoso e a uma equipa com vontade de o ter de volta.



Um grande bem haja Manuel Francisco!!!

TET

P.S.: Crónica elaborada pelo Boi Negro, com uns pózinhos textuais e gráficos dos suspeitos do costume e uma preciosa ajuda de outro filho (ou será filha?) do Tobé na recolha de imagens

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Meet the Players - António "Brian" Nina




Brian Nina, o vendedor de toner ou o quiropata de Chelas


Este primeiro centro de raiz que segurou o “doze” com unhas e dentes, foi desde sempre conhecido por só darmos pelos seus músculos quando estes rompem. Fruto de um défice de treino e de uma incapacidade invulgar de alongamento, estes episódios recidivos granjearam-lhe uma áurea de “cliente” do estagiário Lino e do Chinês que teima em não pagar.



(Nina com o seu Kit favorito: O saco do Toner)

Esta rigidez manifesta-se ainda nos “rins” ao ponto de ter confessado que gosta dos centros “ que vão em frente, o problema são aqueles que se desviam!”. A equipa técnica, preocupada e atenta, procura um campeonato em que os jogadores corram em carris...

Muitas das suas recuperações físicas foram feitas com muito gelo, que é como quem diz, na neve! Organizador e simultaneamente cliente de concorridas expedições de turismo de inverno, conseguiu sempre resistir sem lesões ligamentares típicas da actividade, já que as bandeirolas do slalon gigante “não se mexem”.



Competente navegador das novas tecnologias, ilumina todo o clube com obras cinéfilas sempre actuais e de excelsa qualidade, tento catapultado para o estrelato figuras incontornáveis onde pontifica por exemplo a Heather Brooke, que não sendo barra em física desafia constantemente as suas leis.



(Nina e o grande amor da sua vida: A Heather Brooke...)

Embora já com uma idade respeitosa, este nosso companheiro não aparece nos jogos com acompanhantes sazonais ou duradouras, que indicia que as suas limitações se estendem ao relacionamento, franco e saudável com o sexo oposto. Será que é porque “elas se mexem”...?

Este nosso amigo tem mais uma curiosidade que merece o nosso destaque: O Irmão Inciado Nina.

O António tem um irmão que, apesar de mais velho no BI, pela sua idade mental e pela sua morfologia diminuta, podia ainda jogar nos Iniciados…Um verdadeiro fenómeno da natureza…



(Nina e o seu irmão mais velho, o Iniciado Nina...)

Ainda assim este será um daqueles jogadores que o adversário reconhece e teme, tendo-lhe sido transferida a alcunha do verdadeiro Brian Lima: o Quiropata de Chelas, por quando acerta, corrigir desvios de coluna a quem os tem. Infelizmente para alguns (Caiado, estás aí?) estas competências transferem-se para a mandíbula que quando devidamente estimulada, fica a papas e empadões durante umas semanas, incapazes para dar umas trincas mesmo “no que mexe”.

Pelo exposto e pelo carinho que nos merece, diria que este nosso amigo é tão duro e comprometido nas suas funções do jogo, que se tivesse a posta do meio e fosse naturalmente mais bonito, poderia eventualmente com alguma boa vontade, jogar na segunda-linha, essa posição de eleição restrita a alguns (poucos) privilegiados.



(Nina se fosses naturalmente mais bonito nunca terias saído dos avançados...)

Um bem haja,

TET

P.S.: Crónica elaborada pelo sempre corrosivo Boi Negro...

terça-feira, 3 de março de 2009

Meet the Players - Very Special Edition - Nuno Mourão


Ninguém está a salvo da TET e a vingança é um prato que se serve bem frio!!!

A TET brinda os seus leitores com um "Meet the Players" sobre o actual Mister da equipa sénior: Nuno Mourão!!!

Contudo, para assumir tamanha responsabilidade, reconhecendo humildemente as nossas limitações, tivémos de recorrer a um outsorcing de créditos firmados e conhecedor da mundo mabeco.

Decidimos então convidar o Zé Diogo Quintela, conhecido no meio mabeco como "Choca", para escrever umas palavrinhas sobre o Mourão...

Aqui vai...


No Verão de 96 o Técnico estava em polvorosa. Da Agronomia, para nos ajudarem a ser campeões, vinham dois reforços de qualidade inquestionável, como ficou provado logo nos primeiros treinos.

Sim, deu para ver que o Lois e o Nuno Diniz sabiam o que faziam. Com eles veio também um terceiro elemento, Nuno Mourão, que não sabíamos bem o que estava lá a fazer, mas de início ninguém ligou muito. Era hábito estarem namoradas de alguns de nós a assistirem aos treinos, de modo que não estranhámos.

Mais tarde soubemos que era médio de abertura e veio, na altura, devido a uma confusão do Pedro Ribeiro: o Paixão, treinador da altura, disse que “com o Lois a jogar até o Nuno Mourão é bom abertura”. O Pedro só ouviu a última parte. O resto é história...

Mas foi bem recebido, até porque era um ex-jogador da casa. Sim, Nuno Mourão foi juvenil do Técnico, tendo saído para a Agronomia porque jogava pouco. Aparentemente, estava tapado pelo Paulo Miguel.

Depressa conquistou toda a gente. Até o sempre difícil Sr. Rogério (nunca mais foi o mesmo desde que o Rohan abandonou a casa ao lado...).

O Sr. Rogério adorava o Mourão. Dizia que tinha um cuidado especial em não estragar a relva. E, de facto, quer nos treinos, quer nos jogos, eram raras as vezes em que o Mourão ia ao chão ou atirava para lá algum adversário, não fosse a relva estragar-se. Para se ter uma noção do desportivismo do Mourão, não era só no Técnico que tinha esse cuidado: nos jogos fora era igualmente atencioso.

Contava-se uma anedota, na altura (julgo que foi o próprio Sr. Rogério a inventá-la): o que é que o Lois, o Diniz e o Mourão têm em comum? O Lois e veterinário, trata de vacas; o Diniz é cozinheiro, cozinha vacas; o Mourão adora a relva, como as vacas. Não tem muita graça, mas explica bem a relação de respeito que o Mourão tinha com o campo. A mesma coisa com o equipamento: raramente o sujava.

A sua mais valia estendeu-se às inovações introduzidas nos treinos. Lembro-me de uma altura em que além do jogo com contacto (muito duro, com lesões) e do “toca” (muito levezinho), havia uma terceira modalidade, que era o jogo com “placagens à mourão”. Significava que, para nós, era um jogo a 35%. Menos para o Mourão, que era a 110% (o Mourão joga sempre a 110%).



(Mourão a preparar-se para fazer mais um búfalo)

Sempre foi um tipo muito popular no balneário, talvez devido às horas que passava lá dentro. Era o primeiro a chegar e o último a sair, já depois de todos terem acabado. Às vezes, se já tivesse saído e entretanto chegasse alguém que se tinha demorado no ginásio, o Mourão voltava, para lhe fazer companhia no duche, não fosse o colega sentir-se mal e ter de receber assistência. O Mourão preocupava-se muito com as quebras de tensão.

Às vezes, a preocupação era tanta que um tipo que estivesse a fazer uma soneca podia, a qualquer momento, levar com uma respiração boca a boca do Mourão. Que, apesar de valorosa, era tecnicamente mal feita: na respiração boca a boca não se usa a língua.



(Nuno Mourão a chorar no seu último jogo, na última vez que se pode equipar e tomar duche junto dos seus colegas de equipa)

Fazia questão de ser ele a apagar a luz do balneário. Se bem que, às vezes, na ânsia de o fazer, apagava-a com gente ainda no banho ou a vestir-se, o que proporcionava momentos de grande galhofa. É que o Mourão, que ainda há 2 segundos segurava no interruptor, no escuro já não se conseguia orientar e acabava pelo balneário (e casas de banho, às vezes) à procura do dito nos sítios mais improváveis.

Parece que também chegou a fazer isso em treinos dos juvenis, mas os miúdos com quem tentei falar dizem que o acordo extra-judicial não lhes permite comentar o assunto, que está em segredo de justiça.

E foi sempre obcecado pela higiene, chegando a tomar três duches depois do treino. Acabava por fazer companhia a toda a gente. (Mais uma vez, parece que tambem chegou a fazer isso em treinos dos juvenis.)

No balneário comentava-se “como é que um tipo tão jeitoso a agarrar bolas deixa cair tantos sabonetes?” Até lhe chamavam “o Gregu do chuveiro”.



Atenção! Não era só a sua higiene que o preocupava. Como líder que sempre foi, também ligava à limpeza dos companheiros. “Álvaro, essas costas não estão bem limpas! Vê lá se é preciso ir eu aí, esfregá-las” ou “tens os tomates todos surrados, Frazão! Queres que eu te passe um cremezinho?”, ouvi eu algumas vezes.



Era, de facto, muito solícito. Inquietava-o, a hipótese de haver sujidade no balneário ou nos outros jogadores, daí tê-lo apanhado algumas vezes a cheirar a roupa interior de um ou outro colega de equipa, para ver se estava muito suja. Quando achava que cheirava mesmo mal, a “suor de homem grande”, como dizia, oferecia-se para levar a peça de roupa para sua própria casa, para a lavar. Devia esfregá-las vigorosamente: quando voltavam, costumavam vir muito gastas.

A dedicação que o Mourão demonstrou em relação ao clube foi sempre correspondida. Um episódio pouco conhecido: por volta dessa altura jogou no Técnico um centro dinamarquês chamado Bo que tinha alguma dificuldade em agarrar as bolas, porque os passes do Mourão já não eram o que haviam sido. Mas para ele não se sentir melindrado, com a ajuda da equipa técnica inventou-se um problema de olhos ao nórdico. De facto, tinha um problema de olhos, que era não possuir um terceiro, na nuca, para ver os passes mal direccionados do Mourão... Enfim, a antiguidade é um posto.

Não foi só no clube que se mostrou um grande companheiro. Na selecção também. A maior prova de companheirismo deu-a quando deixou que um emigrante gordo chamado Thierry o relegasse para o banco. Mostrando não ser rancoroso, uma vez até não se importou de começar a titular enquanto o Thierry ainda se equipava, porque o seu avião se tinha atrasado. E o Thierry, depois desta humilhação, nem “merci” disse...



(Thierry Teixeira explica como foi fácil pôr o Mourão no banco da Selecção)

E é altura para apresentar um pedido de desculpas a quem me pediu este texto. Disseram-me para fazer um “meet the players” sobre o Nuno Mourão, em que o “arrasasse”.



Lamento ter desiludido quem me encomendou tal empreitada, mas é impossível dizer mal do Mourão. O que é que há para gozar no Mourão?

____"____

Um bem haja,

TET


P.S.: Est post resulta de um enoooorme trabalho conspirativo do próprio ZDQ, do Grêgú, do Enko, do Peral, do Cavaco, do Rohan e da Pimenta mas a TET vai continuar a manter a confidencialidade das suas fontes, e não vai revelar quem contribuiu para esta acendalha...;

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Meet the players - Special Edition: Arturenko





Tendo completado ontem 28 lindos invernos, a TET não podia deixar passar a ocasião e em parceria com os já afamados biógrafos do Eixo, produziu este "Meet The Players" dedicado a essa figura das Olaias:



Arturenko, o Sócio, Enko, Artur e os Mini-meus, El Capitan.

by Nuno&Nuno

"De origem dúbia, entre a Cova da Moura e a Ucrânia, o Arturenko, tem vindo a cimentar a sua actividade mabeca neste nosso clube, diversificando a sua actividade em função da sua disponibilidade física, senão vejamos:

Jogador polivalente no cinco-de-trás dos avançados, cria um clima de “Respect” sem precisar de soletrar como a Aretha Franklin. Compensa em empenhamento e vontade o que falta em dimensão, deixando pontuados no jogo alguns daqueles saborosos momentos que se comenta, de cerveja na mão. Se for possível corrigir a sua pose “dez para as duas” e levá-lo ao esticador, temos um segunda-linha de envergonhar Bambis e ex-polacos, que nunca pegaram num saco de cimento e parecem fazer ferro com sandes de mortadela com azeitonas.



Acossado de uma arreliadora lesão de “over-use” tornou-se no melhor director de equipa do mundo oval, desempenhando desde as mais simples tarefas logísticas (camisolas sempre impecáveis, estatísticas), como as mais delicadas negociações com patrocinadores (Citroenko) e seguradoras. Pelo meio fica a integração dos novos elementos, feita com a mesma dedicação e musicalidade das “Sister Sledge” no seu icónico hino de pertença familiar.
Enorme galvanizador mabeco, com créditos e memórias de grande actividade na noite lisboeta, assumiu novos comportamentos mistos de maturidade e exaltação de valores corporativos, constituindo para os mais jovens uma referência incontornável. Um paradigma para os verdadeiros mabecos...



Muitos poderão apontar-lhe momentos menos conseguidos e mais controversos para os quais deixamos uma mensagem: gostamos de ter elementos com passado, que tenham os olhos postos no futuro!

Contamos contigo Enko, para iluminar o caminho da superação e do sucesso!"





A Esta sempre inspirada prosa, a TET deixa o abraço de "Feliz Aniversário" e relembra o lema do Eixo a quem pensava que este elemento era inatingível: "Ninguém é imune à TET"

Agradecemos a colaboração externa das fotos de arquivo "da sua meninice" vindas de fonte, obviamente, reservada.

The Eixo Team

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Meet the Players - Special Edition

O Glossário de Bernardo Quintela - O Grego (γρεγο), segundo ZMouro

Avants, como não podia deixar de ser, a utilização desta “técnica”, em que ele é um exímio executante, é sinónimo de “Grego”, para ele o rugby seria ideal se não houvesse bola. Seria um “Bofasball” em que o objectivo seria chegar à área de ensaio contrária, com uma cabeça arrancada… às bofas! Há quem diga que ele apurou esta “técnica” após uma cirurgia mal sucedida a um tal ossito do carpo chamado escafóide. Hoje em dia, mal consegue agarrar/manipular o seu próprio órgão sexual, mas isso é por outras razões…

Berbere (Homem livre…?), é outro nome porque é conhecido o nosso Bernardo, fruto da sua tez, à primeira vista morena, mas visto mais em pormenor, vislumbra-se uma quantidade considerável de surro oriundo das toalhas imundas e abusivamente utilizadas, a que ele se limpa…

Chupona de mar, vulgo Lambreia em castelhano, a melhor e talvez a única amiga do Dr. Cock-sucker, digo, Stone sucker que é a sua tradução Inglesa (são dois seres muito solitários e anti-sociais).

Dialeto Grego/Gregúuuu, é a sua língua mãe, classificada deste modo porque só a sua Mãe o entende na perfeição… note-se, que esta forma de comunicar, vai-se tornando imperceptível à medida que ele se vai enervando, e o já de si pobre, vocabulário, resume-se a “Estes, s#hjk%qe ln*vk»hjkuiffdass… gajos pá!”

Elvis, quem é que ainda não assistiu ao espectáculo de ver o nosso Elvis Grego a pentear-se ao som do clássico, “Love me tender”?

Família, consta que para poder aceder ao mundo vip e cor de rosinha se serve do nome do primo, um tal de Choca que também é conhecido por Zé Diogo Quin-tolo…

Grego é o seu nome de guerra, quando ouve alguém chamar “Greguuuuu” é porque já lhe surripiaram a toalha ou pior, esconderam-lhe o pente e a gomina…

Homofobia, este atributo é um pouco delicado, controverso e ambíguo, tal como o Bernardo (também conhecido como - O Homossexual). À semelhança do seu animal doméstico preferido, a Lampreia, o Bernardo tem a sua situação sexual mal resolvida, arriscaria mesmo a dizer que o que motiva as suas atitudes e comportamentos homofóbicos é a pertinente dúvida em relação à sua própria sexualidade. Na Psicologia Freudiana, esta situação, traduz-se numa Homofobia Interiorizada.

Ira, este é de todos os pecados mortais aquele que o Bernardo mais comete… Há quem diga que a Ira é uma loucura breve “por não se controlar a si mesmo, perde a compostura, esquece as suas obrigações, persegue os seus intentos de forma obstinada e ansiosa, recusa os conselhos da razão, inquieta-se por causas vãs, incapaz de discernir o que é justo e verdadeiro…” Assim como “os javalis espumam pela boca e esfregam as suas presas para as aguçar; os touros dão golpes no ar com os seus cornos e espalham areia batendo com as patas; os leões rugem; as serpentes incham o seu pescoço; o aspecto dos cães enraivecidos é sinistro…”. Numa palavra, o que o nosso Bernardo sente é MEEEEDÚ!

Já… já, já, já vais… ver pá, vou-te……!, esta é uma das suas ameaças mais utilizadas, é uma técnica que utiliza para ganhar tempo de resposta, que normalmente se fica por – “Este, este, este… gajo…. Pá.. ..és um… parvinho pá, sem graça nenhuma!”

Kapital, foi um dos locais de Kulto e onde o Bernardo deu os seu primeiros passos nas danças de Saloon… Diz quem já o viu actuar que é um autêntico Fred Astaire, o pior é quando faz “avant” (ver letra A) com o seu par…

Lampreia, o único animal que suporta o Bernardo, quem conhecer o “bicho”, percebe porquê…

Menino Bernardo, mais conhecido com o pequeno burguês de campo de Ourique.

Nunos, são o seu pior pesadelo, o Lopes (Boi Negro) e o Mourão (ZMouro). Deveriam ser uma referência para o Bernardo, tal como são para outros jovens, mas ele insiste em afrontá-los, na sua habitual reacção de medo e fuga para a frente e normalmente sai-se sempre mal… É caso para dizer, que “o feitiço vira-se sempre contra o feiticeiro”.

Obstinação, é um dos defeitos/qualidades do Bernardo. Ele é persistente, teimoso e inflexível, normalmente na defesa do indefensável… É que raramente tem razão…

Petromyzontidae Quintelae, é a família do Bernardo…

Queres levar uma bofa, pá?

Raquetas, pás, remos, tijolos, cotos, assim é conhecida aquela parte dos membros superiores do corpo humano, que vai dos punhos às extremidades dos dedos. No caso dos quadrúpedes designam-se por patas…

S.L.B., só podia ser o seu clube…, e mais não digo, para não sofrer represálias!

Tiramissú daqui, terá dito num dos WCs do Lux…

Urros, são os sons que o Bernardo liberta quando vê um/a qualquer mabeco/a fazer um “Búfalo”… Fica de tal forma alterado que urra qualquer coisa como – Gruaooaaaaahgh, BÚUUU-FALO! “Agora bebe isso tudo de penálti até ao fim, seu miserável de cocó”, enquanto revira os olhos de tal forma, que quase lhe saltam das órbitas…

Vingança é um prato que se serve frio, ou melhor, é um fruto suculento que se deve deixar amadurecer. O problema é que o Bernardo não é muito dado à paciência, nem ao poder de encaixe… Assim, espero que depois deste MPSE (Meet the Players, Special Edition), o Bernardo não vá pelo caminho fácil do impulso primitivo de se querer vingar deste humilde, sincero e indefeso escriba, e opte por acatar o evidente tal como o provérbio espanhol sabiamente recomenda - “nenhuma vingança é mais honrosa do que aquela que não se leva a cabo”.

Wrestling é o que o Bernardo (GT(D) – Greek T(D)aborda) se vai acabar por dedicar, depois de deixar as Lampreias. Aliás, o sonho dele sempre foi vestir uma daquelas fatiotas justas e “lutar” com homens, especialmente agora que se tornou um “rato de ginásio”, já só lhe faltam as bombas…

Xixi é um dos insultos preferidos do Bernardo – “Opá, vai, mas é beber xixi…” e quando está mesmo, mesmo fulo e quer deixar alguém sem a mínima hipótese de resposta, acrescenta – “…e comer cocó!!!”

YMCA, é o que se aconselha a um jovem assim “diferente”, como o Bernardo… “No man does it all by himself, I said, young man, put your pride on the shelf, I’m sure they can help you today. It’s fun to stay at Y-M-C-A (repeat). They have everything that you need to enjoy, you can hang out with all the boys”…

Zorba, como não podia deixar de ser… É aquela dança que o nosso Grego faz quando acaba de despachar duas imperiais ao mesmo tempo (ele não resiste ao desafio - Duuuuas???). Esta proeza é bastante rara, uma vez que envolve, simultaneamente, uma destreza manual e fina e bocal…

P.S.: Em off, ao enviar este glossário, o Autor confidenciou o seguinte: "P.S. Conto com o vosso apoio para me protegerem das eventuais represálias do grego..."

Z, nem uma equipa inteira te vai safar da ira do Grêguuu...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Meet the Players - Carlos Lopes aka Forky

Carlos "Forky" Lopes


Para que não hajam dúvidas de qualquer espécie, gostava de fazer uma ress
alva relativamente a este jogador:
- O Carlos é Lopes, não é Jana(r)do, Carlana ou Tony. É o nosso Forky ou quanto
muito Porky...

Por ter feito uma missão na Cova da Moura, pode também ser conhecido por Rambo ou Rambinho para os colegas mais íntimos, os do balneário.




Este atleta (alguém o viu esta época?), é um lutador nato, gosta de marcar a sua presença e de deixar a sua marca indelével. Normalmente é no sítio errado e no local errado...


Estamos a falar de um homem que não se atrapalha com nada e em nenhum situação. Parece que estou a vê-lo numa fala, vestido com botas à cowboy, slip justinho, camisa de alças rendada, barba por fazer e calmamente a segurar uma flute de champagne e a dar a volta a uma loira deslumbrante de 1,90m.

Um pequeno conselho, Carlos, aquele bigode à Freddy Mercury seria uma óptima imagem de marca, mesmo fora dos campos...

Crónica da autoria de Z "Waldorf" Mouro...

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Meet the Players - Special Edition I





Marcolino, Garroteiro, Feiticeiro ou Tony Ramos Tuga





Nado e criado no arquipélago dos Açores (ou terá sido naquela ilha insignificante governada pelo cacique com o mesmo nome do ‘Lino, que não recordo agora bem o nome...?), tratou de perder rapidamente o sotaque e inscreveu-se no F.C. Porto para desgraçadamente renegar e omitir a sua origem insular.

Aqueles que tiveram a desafortunada infelicidade/necessidade de o conhecer profissionalmente, reconhecem hoje que o único papel protagonizado pelo fisioterapeuta numa equipa de Rugby é o de entreter os atletas enquanto a lesão toma o seu curso natural: a recuperação para alguns mais sortudos, a permanente debilidade física para a restante maioria, veja-se como exemplo o caso do CDF...



Esta talvez seja a principal razão pela qual de quando em vez surgem algumas colaboradoras, que sem pretensões terapêuticas convivem em sã harmonia com o colectivo, promovendo um ambiente mais “perfumado” na sala da inquisição espanhola onde os mais diversos garrotes são realizados e cheira normalmente a vodka barato.

Consta que em Alcoitão o nosso feiticeiro “trata” os amputados vítimas dos seus próprios garrotes e embrulhos, deixando interessantes pistas sobre uma actividade auto-sustentada. Parece um bom negócio e se o Jardim Gonçalves (outro Jardim?) sabe disto começa a contratar os seus discípulos a peso de ouro, mesmo os que cheiram ao tal vodka...

A velocidade e competência com que “embrulha” os nossos jogadores antes dos jogos foi conhecida pela cadeia multinacional Toys ‘R Us que desde já garantiu a sua presença na loja do Colombo na quadra natalícia, para embrulhar os presentes da pequenada. Com umas barbas brancas e o fato vermelho fica pronto, já que ele já tem a almofada embutida na barriga...

A sala da fisioterapia só piora quando o feiticeiro veste as suas vestes: primeiro vê-se a massa folhada com pelos de urso (Tony Ramos Tuga, uma visão do inferno!) de um tronco em atrofia e incapaz de executar três flexões em dois dias seguidos. Depois vislumbra-se o fato de treino e ténis já com 10 anos, uma vez que este equipamento só se estraga quando é utilizado e neste tempo os ténis não fizeram mais de 5 km...São roupas usadas fundamentalmente para fumar um cigarrinho com conforto e sem apanhar frio!

A elevação intelectual deste colaborador manifesta-se ainda pela sua enorme capacidade de comunicação e domínio da língua inglesa, sempre na óptica do desenvolvimento e inovação própria de línguas vivas “Joe, how many “points” do you have in your head?”


A transversalidade da sua actuação na recuperação de alguns mamíferos marinhos (e.g. morsas e cachalotes) levou-o a ser instituído como membro honorário do Greenpeace. Ao que consta foi graças ao seu trabalho que esta organização começou a procurar estes mamíferos de elevado estatuto conservativo também em terra...

Deve ser enaltecido o seu enorme espirito de missão, que compensa com vontade o que falta em morfologia. Só assim tem conseguido desbloquear as inúmeras sacro-ilíacas aos atletas, alguns com três dígitos de peso, mesmo sem ter a posta do meio e sem ter realizado um trabalho muscular de carácter continuado (como defende para aqueles que vai entretendo aos fins de tarde...). Registe-se que este bloqueio goza de um estatuto privilegiado pelo Marcolino já que uma miríade de sintomas (dores nas virilhas, lombares, dorsais, isquio-tibiais, ciática, azia e flatulência) tem sempre este mesmo diagnóstico, para nossa ignorante surpresa.



Creio ter contado o suficiente para que os leitores deste blog acreditem como eu, que dentro de dez anos, teremos a biografia do nosso garroteiro nas montras da FNAC a vender-se como pão quente e que este vosso humilde escriba tenha sido condecorado no 10 de Junho por ter sido o homem que mais tempo perdeu a pensar neste personagem.

Aceita um grande abraço desta matilha de ingratos!

P.S.:Crónica da autoria de Boi Statler Negro

domingo, 4 de novembro de 2007

Meet the Players - Francisco Ramos aka Banti



Chico Zé,

Chibante,

Chibangs ou a

“Cascavel das Olaias”







A carismática figura do Chibante é absolutamente incontornável. Na verdade, são tantas as dimensões deste verdadeiro mabeco que tenho dificuldade em priorizar e organizar esta crónica, temendo que nesta espiral de ideias baralhadas esteja a ficar contaminado por ele...

A sua criatividade manifesta-se nas mais variadas cambiantes da sua existência:

- Na conversa de balneário, onde esgrime certezas dos mais variados temas, mesmo daqueles que acabou de inventar.

- Na criação de conceito corporativos como “aqui há peixe!”, “quem é que anda aí?” “Isso é gambas...gambas com mel!”

- Na descoberta de novos gestos técnicos como a “finta pião”, onde roda 360º à frente da defesa incrédula, antes de se atirar a fundo para um buraco nascido da surpresa da oposição, como tive a felicidade de presenciar em madrid.

- Na impossibilidade do estiramento no aquecimento, tendo sempre qualquer conversa urgente com alguém ou uma ideia importante a partilhar com o grupo que inevitavelmente o afasta

- De mostrar que não consegue tocar nos pés sem ser na esplanada, a ver passar os aviões de perna traçada a encanar imperiais.

- Instiga a confusão com o veneno que espalha, presenteando qualquer um sem distinções, mostrando a enorme democraticidade da “Cascavel das olaias”

- Aparece com alusões ao Direito no carro e faz torneios com amizades duvidosas, fazendo despertar a insegurança mabeca relativamente ao seu posicionamento emocional desportivo...

- Não consegue falar sem se rir, gozar com alguém ou fazer as duas coisas ao mesmo tempo...

Por tudo isto e pelo brilho que exala e dificilmente se traduz em palavras, afirmo categoricamente que cada equipa de rugby tem forçosamente que ter um “Chibante”, sob pena de ser confundida com um grupo de Carmelitas Descalças ou pior ainda, com um grupo de escoteiros a cantar a “visita à minha tia a marrocos”

Obrigado por existires! Para o ano vai ser mel!


P.S.: Crónica da autoria de Boi Negro Lopes

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Meet the Players


Só para avisar que "Meet the Players" vai regressar esta semana e vai ser...desconcertante...

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Meet the Players - Paulo Marques


Que dizer deste grande jogador, o único em Portugal que tem mais jogos nas pernas que treinos efectivos...


PAULO MARQUES


Este internacional português é conhecido como Nélito a nível externo e Jason Leonard (ele nem deve saber quem é...) no nosso burgo.

Não sabe quem é o presidente da federação, o seu secretário geral ou mesmo o presidente do clube em que joga, bom, esta também não é fácil...Nem sequer sabe o nome dos seus companheiros de equipa.

São famosos os seus comentários, a meio das prelecções, a perguntar mas quem é este que vai jogar atrás de mim? Ou, então, temos um estrangeiro novo, referindo-se a Bola (André Silva)?

Dentro da arena é sempre uma referência mas os aquecimentos são um suplício e não há nenhum em que ele não diga - "vamos lá aquecer o pescoço para mandar umas boas pranchadas e não nos magoarmos, joelhos e tornezelos também, não se esqueçam".

O final dos jogos é o cabo das tormentas, só para retornar à calma e ir para o duche são precisos mais 40 min.


Fora do campo, nas raras terceiras partes, quando bebe uma guiness a mais, é capaz de entrar num salão de chá cheio de idosos e gritar - ENTÃO AQUI NINGUÉM CANTA OU DANÇA NADA?

Vamos lá levantar das cadeiras de rodas, largar os andarilhos, retirar as algálias e as máscaras de oxigénio e saltar aqui para o palco... ouvir Napalm Death e Mettalica!




P.S. Obrigado pelos quilómetros de papel higiénico fornecidos à malta...

Crónica de ZWaldorf Mouro